Acompanhamento do climatério com avaliação individual de risco, discussão honesta sobre terapia hormonal e cuidado do sono, da libido, dos ossos e da saúde íntima.
Reconhecer-se em um destes itens não define o seu tratamento — define que já é hora de uma avaliação.
Calorões que interrompem reuniões e o sono, às vezes acompanhados de palpitação e sudorese à noite.
Acordar às 3h e não voltar a dormir, com cansaço que se acumula e derruba o rendimento do dia.
Irritabilidade, choro fácil, ansiedade nova e a sensação de "névoa mental" — sintomas reais, não fraqueza.
A queda de estrogênio afina e resseca a mucosa: ardência, dor e infecções urinárias de repetição.
Menos desejo, menos resposta, mais desconforto — um conjunto que tem causas tratáveis.
Ganho de gordura abdominal, perda de massa magra, alteração no colesterol e risco ósseo aumentado.
Cada momento pede uma conduta diferente — e nenhum deles é apenas "esperar passar".
Ciclos irregulares e os primeiros sintomas, ainda com menstruação. É a fase mais confundida com "estresse".
Definida após 12 meses sem menstruar. É uma data, não um período — o que se acompanha é o antes e o depois.
Sintomas podem persistir por anos, e entram em cena a saúde óssea, cardiovascular e íntima.
Exige investigação específica e conduta própria — não é apenas uma antecipação do quadro habitual.
Climatério não se resolve em uma receita. O acompanhamento combina alívio dos sintomas hoje com prevenção do que importa nos próximos vinte anos: osso, coração, saúde íntima e qualidade de vida.
Condutas e prazos são estimativas gerais: cada caso é avaliado individualmente e nenhum resultado pode ser garantido. Terapias hormonais têm indicações e contraindicações discutidas em consulta.
“Passei dois anos ouvindo que era ansiedade. Aqui alguém olhou o conjunto e montou um plano de verdade.
Paciente · 49 anos
“Não podia usar hormônio e achei que não teria saída. Tive — e os calorões diminuíram muito.
Paciente · 55 anos
“O ressecamento acabou com a minha vida sexual por anos. Foi tratado, e ninguém tinha me falado disso antes.
Paciente · 58 anos
Depoimentos publicados com autorização e identidade preservada. Resultados variam de paciente para paciente.
Ginecologista e obstetra. Graduação em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), residência em Ginecologia e Obstetrícia pela Fundação Hospitalar de Blumenau — Hospital Santo Antônio, e pós-graduação em Cirurgia Vaginal e Uroginecologia pela Feluma.
Dois valores organizam a prática: responsabilidade e respeito. Critério na indicação — nem toda queixa termina em procedimento —, condutas sustentadas por evidência científica e informação completa sobre riscos, alternativas e limites antes de qualquer decisão.
A resposta depende de quem você é. Para mulheres sintomáticas, iniciada na janela adequada e sem contraindicações, o benefício costuma superar o risco. Fora desse cenário, a conversa muda. Por isso não existe resposta única — existe avaliação.
Na maioria dos casos, o diagnóstico é clínico. Exames hormonais têm papel limitado depois dos 45 anos e são mais úteis em suspeita de menopausa precoce.
Sim. O tratamento local da síndrome geniturinária é seguro na maior parte dos casos, inclusive para muitas mulheres que não podem usar hormônio sistêmico.
Varia muito: de poucos meses a mais de dez anos. Isso não define o tempo de tratamento, que é revisto periodicamente com você.
Sim, enquanto houver menstruação. A contracepção continua fazendo parte da conversa nessa fase.
Não. A mudança hormonal favorece o acúmulo abdominal e a perda muscular, mas força, proteína e sono mudam esse desfecho — e isso é parte do plano.
Consulta particular e privativa, com tempo para revisar sintomas, exames e montar um plano que faça sentido para a sua vida.
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